Neymar foi acusado por funcionária da empresa de assédio sexual, o que é negado pelo atleta.

Em agosto de 2020, houve o rompimento entre Nike e Neymar em meio a uma investigação sobre um suposto ato de assédio sexual do jogador, conforme publicou o The Wall Street Journal. Uma funcionária da empresa acusa Neymar de ter tentado forçá-la a praticar sexo oral, o que é negado por ele.

De acordo com a funcionária, que não teve a identidade revelada, o episódio aconteceu em junho de 2016, quando o atacante esteve em Nova York para uma campanha publicitária com a participação de Michael Jordan, e foi no hotel em que estava hospedado o jogador que ocorreu o assédio sexual.

Ela, então, teria relatado o suposto incidente a amigos e colegas e, de acordo com documentos obtidos pelo jornal norte-americano, protocolou uma reclamação formal em 2018, que passou a ser investigada pela Nike. Segundo o jornal, a empresa explicou que não houve cooperação por parte de Neymar na investigação e, por isso, encerrou o contrato com o atacante.

A mulher, naquela ocasião, trabalhou na logística do encontro entre o craque do futebol e o do basquete. Ainda hoje empregada pela Nike, ela disse ter resolvido apresentar sua queixa em 2018, quando houve manifestações de outras trabalhadoras da empresa apontando casos de abuso e discriminação.

A acusação foi negada veementemente à reportagem pelo jogador à reportagem e afirmou que apresentará seu lado da história, caso seja notificado judicialmente. Segundo declaração uma porta-voz do brasileiro em comunicado, “Neymar Jr. vai se defender vigorosamente desses ataques infundados se alguma alegação for apresentada, o que não ocorreu até agora”.

Fonte: O Tempo

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